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Gestão da força produtiva

Atender e manter práticas satisfatórias de Saúde e Segurança Ocupacional é uma tarefa diária dos profissionais desta área.
Considerando que as regulamentações, padronizações e exigências neste setor aumentam diariamente, é imperativo que as organizações tenham mecanismos simples e automáticos para assegurar a proteção dos indivíduos.

A utilização de um Sistema de Gestão da Força Produtiva (GFP) é a forma de atender as expectativas e necessidades locais e corporativas. A gestão da capacitação, autorizações derivadas da preparação ao trabalho e treinamento, ao longo do tempo, são elementos primordiais da GFP.
Algumas exigências comuns a estas áreas: Gestão de Capacitação e Presença, Gestão da Transição de Zonas, Gestão da Mobilização e Gestão do Treinamento. Os módulos do Sistema GFP proporcionam justamente tal integração com a infra-estrutura do local.

Gestão de Capacitação e Presença

O usuário utilizando o mesmo crachá de acesso existente ou adesivos RFID, ao passar no ponto de checagem, informa instantaneamente se o mesmo possui a capacitação, o treinamento e a autenticidade, de estar neste ponto, bem como permite armazenar os registros de ocorrências. As datas de vencimento dos eventos são informadas previamente aos gestores através de email facilitando a gestão. Os dados armazenados são sincronizados com o servidor do sistema, gerando informação que é utilizada pelo gestor do sistema na validação, manutenção e otimização dos KPI’s de Saúde e Segurança. Um leitor fixo ou portável, ou um portal permite o monitoramento da capacitação e confirmação da presença do colaborador, visitante, veículos, bem como EPIs em qualquer ponto da instalação.

Gestão e Mobilização de Operadores

A partir de uma pré-escala de trabalho, ele identifica os operadores que estão chegando ao turno de trabalho e no caso da ausência de algum indivíduo, realoca a escala dos faltantes em função de sua capacitação. O supervisor ou gestor do sistema recebe um relatório com a informação dos ausentes, lista de sugestão de troca ou de realocação.

Gestão da transição de zonas

Um dos aspectos mais improdutivos na operação é reagir quando os usuários não são capazes de ter acesso a uma determinada área ou quando estes mesmos usuários estão em locais sem a capacitação devida.
Uma abordagem mais eficiente é estar ciente destas regras antecipadamente e gerenciá-las de modo pró-ativo.
Na gestão do acesso a áreas operacionais é possível dividir a área de acesso em zonas e monitorar este acesso nos pontos de intersecção através de leitores de longa distância. Esta configuração permite a eliminação de cancelas e postos de checagem otimizando o tempo de deslocamento.
Painéis localizados nestes pontos informam aos usuários se eles estão habilitados a entrar nesta zona, como também informar a falta de qualquer capacitação.