Prontidão ao Trabalho

Prontidão ao Trabalho

Um relatório do National Safety Council, NSC (Conselho Nacional de Segurança em tradução livre) dos EUA mostra que mais de dois terços dos colaboradores de todos os setores relataram que se sentiram cansados ​​durante o trabalho. Metade dos empregadores em todas as indústrias relatou ter encontrado colaboradores cansados no trabalho, mas ao mesmo tempo tendem a pensar que menos de um terço de seus colaboradores correm risco de fadiga.

Curiosamente, os empregadores consideraram que o cansaço era um problema de segurança, mas os colaboradores eram menos propensos a acreditar. Então, por que existe um racha entre a realidade do risco de fadiga no local de trabalho e as percepções pessoais?

Por um lado, nossa sociedade “24/7” passou a ver o trabalho através de sintomas de cansaço e fadiga como virtuosos e um sinal de fortaleza pessoal. Em muitas profissões, trabalhar mesmo em situação da fadiga é visto como inevitável porque as necessidades do trabalho compensam as necessidades de saúde e segurança do colaborador. Essa visão também resulta em um agendamento inadequado de turnos que exacerba o risco de segurança, como por exemplo um turno noturno imediatamente após um turno diurno.

A ironia é que gerenciar a fadiga dos colaboradores melhora a saúde e o moral da equipe, além de melhorar a produtividade. Continuar a trabalhar apesar da fadiga significativa é, na verdade, contraproducente e também perigoso.

Além disso, a fadiga nem sempre é caracterizada por sonolência. Na verdade, as pessoas que acumularam dívidas de sono podem estar acordadas e parecerem alertas (especialmente em uma hora do dia em que os níveis de alerta são considerados mais altos de acordo com o ciclo circadiano), mas podem estar sofrendo de sintomas de fadiga que não são tão visíveis. Os sintomas ocultos da fadiga incluem julgamento prejudicado ou pensamento nebuloso, tempos de reação mais lentos, incapacidade de se concentrar, bem como incapacidade de reconhecer deficiências no próprio desempenho. Esses sinais de fadiga podem passar despercebidos por um supervisor e, muitas vezes, são minimizados, pois não são sérios quando são notados.

O NSC informa que 97% da força de trabalho americana está sujeita ao risco de fadiga, mas o risco está longe de ser incontrolável.

Estamos ansiosos para discutir soluções de gerenciamento de fadiga que sejam compatíveis e adequadas para sua organização, levando essas e outras fontes negligenciadas de risco de fadiga.

Para saber mais entre em contato com nossa equipe 021-2511-668.


21 OUT

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